Meu Emagrecimento

terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Continuando a luta para autorizar a minha bariatrica!



Consegui com meu medico em 2004, 2005, 2011 porem o mais importante seria o de 2008 que por sinal não quis me entregar ai fikei desesperada achando que não consegiria mais fazer minha tão sonhada transformação de LAGARTA PARA BORBOLETA! Descobri que nenhum  medico pode negar seu prontuario pois o mesmoo é seu i não dele mais como eu quiria fazer a cirurgia esse ano não poderia esperar o processo rolar fui procurar o medico que iria preencher o laudo so com aqueles que eu tinha mesmo, chegando la já não era surpresa ele dissi que não iria preencher pois eu tinha que ter IMC acima de 40 por 5 anos e eu não tinha como comprovar sem aquele laudo do medico que não quis me entregar intão ele disse que se eu tivese alguma comorbidade tipo diabete, hipertensão ou apneia do sono intão eu mais que di pressa falei que achava que tinha apneia do sono, intão o medico me deu uma receita para eu fazer o exame.
Sai da clinica e fui correndo procurar uma clinica que fazia esse exame chamado polisonografia traduzindo eles iriam monitorar todo o meu sono e seu eu tivese varios episodio de apneia ai sim poderia fazer minha cirurgia. Descobri que esse exame não é assim tão facil assim de conseguir marquei no dia 1 de novembro e so tinha vaga dia 20 do mesmo mês intão minha  minha cirurgia que já estava marcada para o dia 9 de novembro tinha intão teria de ser adia por tempo indeterminado ainda mais que o resultado so saia 15 dias ulteis depois intão já era em 2012 não iria da mais.

então derrepentemente tudu mudou!
consegui o resultado e fui correndo no meu endocrinologista para preencher a folha, chegando la pra minha surpresa nao tinha apneia do sono! ]
cai novamente num desespero o q eu iria fazer, aii pra minha surpresa o medico preencheu meu laudo e eu levei na unimed.
no outro dia recebi uma ligação pedindo que eu fosse na unimed para passar por uma pericia, marque para atarde do mesmo da!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Rumo aos exames!

Na consulta com meu cirurgião ele me deu uma serie de exames pra fazer, abdômen total, raio x do tórax, eletrocardiograma e varios de sangue, com todos os exames na mão voltei para pegar a guia da unimed(vou fazer a cirurgia pelo plano de saúde), la fui eu na unimed pegar a papelada para autorizar a cirurgia, tive de passar pela nutricionista que preenche a folha, o psiquiatra e endócrino a parte mais dificil é conseguir que um indocrino preencha essa folha pois ele vai estar dando um tiro no pé como dis a minha mãe! em varios todos falavam a mesma coisa: nao posso pois so te acompanhai tal ano, logico neh se o tratamento nao funcionou é obviou que eu nao irira voltar neh!  então descobri um que assinava mais eu precisava ter todos os prontuários em maos pra comprovar e tambem  mais de 5 anos com o IMC acima de 40 e no minimo 2 anos de tratamento, la fui eu igual uma loka procurar meus antigos medicos ai veio a parte mais complexa da minha luta para virar uma borboleta, foi quando me deparei com meu endocrino de 2009 negando a entrega do meu prontuario puts aiii desabei achei qui nao iria conseguir!


boaa noite amanham continuooo

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Como realmente é necessario Um Psicologo na vida de um recem OPERADO!

vim aqui para falar sobre a inportançia que um psicolo faz na via de uma pessoa que faz cirurgia bariatrica achei muito interresante!



Sem sombra de dúvida, qualquer psicólogo que já tenha atuado no campo das cirurgias, e em especial, na cirurgia bariátrica, concordará em aceitar, que nosso paciente não é um “cliente” para psicoterapia, e não vem com demanda para análise, como nossos colegas psicanalistas diriam. De modo inverso, chega como quem vem retirar um mal, ou como quem quer reformar uma roupa que não lhe cai bem. Quer dali sair sem aquele defeito, ou mazela, sem maiores questões ou reflexões sobre causas ou efeitos das reformas realizadas.
Esse modelo tão particular de indivíduo exigiu do psicólogo bariátrico, se é que assim podemos chamar essa nova categoria que vem surgindo, um tipo de trabalho bem específico, que inclui o estudo da fisiologia, da psicopatologia, da genética, dos modelos relacionais de casal e familiares e também do trabalho em equipes multidisciplinares.
Ao receber o paciente deparamo-nos com indivíduos derrotados por múltiplas tentativas de dietas que faliram, dada à força de sua genética. A obesidade, a compulsão a comer, a depressão, a doença bipolar e toda a fisiologia que subjaz à morbidez de seu estado, bem como aos maus resultados de suas tentativas vãs de solucionar seu problema, tem de ser consideradas e estudadas pelo profissional da Psicologia.
Esse cabedal teórico acima relacionado dará ao psicólogo condições de exercer seu primeiro papel fundamental: o acolhimento. Tomando desse primeiro instrumento ele partirá para sua estratégia básica de trabalho que é a anamnese, palavra advinda do grego, que significa recordação. É através da recordação, da repetição da própria história, que nosso paciente perceberá os lapsos e tropeços que realizou, não apenas em suas dietas, mas em sua própria vida. O profissional irá, com esse processo de acolhida, permitir a catarse, pois ali, na sala do psicólogo, não há julgamento moral, censura social ou aconselhamento do tipo fraterno, que implica em expectativas. O que se requer do paciente é um compromisso consigo próprio, com sua saúde, com sua história e com o sucesso de sua própria saúde, bem como com o resultado cirúrgico.
Esbarramos na questão do tempo, pois nosso paciente vive em estado acelerado, como se não suportasse ser obeso mais nem um dia, mesmo tendo sido “a vida toda” de acordo com seu relato. E também nossos serviços são acelerados, porque vivemos em mundos competitivos e hipertímicos. Aqui o psicólogo se defronta com os diferentes ritmos de práticas de cada profissional, do fisioterapeuta ao nutricionista, do clínico ao anestesista, cada um com seu tempo de atuação.
Assim, quando se fala em preparar o paciente para a cirurgia bariátrica, pode-se usar a metáfora da gestação e do parto, pois nenhum parto e nenhuma gestação é referência para outro, e não há preparo para parir. A experiência se constitui como única. O que cabe ao profissional da Psicologia é levantar dados durante a anamnese, resgatar um bom histórico familiar genético e emocional, de doenças psiquiátricas e vivências traumáticas; verificar na vida do próprio indivíduo a presença de doenças do campo afetivo, averiguar tendências genéticas para transtornos do humor e trabalhar dentro de uma linha informativa e preventiva. Devemos alertar nosso paciente e a equipe sobre a condição em que se encontra o dono do Sistema Digestório e recordar que há um outro sistema complexo ligado a ele, o tal do Sistema Nervoso.
Quando possível, trabalhar junto a familiares conscientizando de que a cirurgia bariátrica não irá reprogramar a genética do operado, mas no máximo tentar enganá-la, produzindo um magro artificialmente, e que isso terá um custo. Mais que isso, alertar que a vida não perdoa quem é inadimplente com ela. Falhas nutricionais repercutirão em problemas neurológicos e irão mimetizar quadros psiquiátricos sérios. Um cérebro mal nutrido jamais funcionará bem, e por isso não produzirá um indivíduo feliz.
O Psicólogo tem, portanto, na função bariátrica, um papel recheado de atribuições. Ele informa, ouve, espelha, deixa acontecer, acolhe, comemora e acima de tudo sofre com seu paciente, para que ele encontre sua própria saúde.
Fonte Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabolica
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domingo, 2 de dezembro de 2012


Essa souu euu gente!!! como sempre foto so de rostoo!!



acho que a coisa que mais odeio escutar das pessoas é NOSSA COMO VC TEM UM ROSTOO LINDOO!! MINHA VONTADE É DIZER NOSSA NEM COM PLASTICA VC VAI FIKAR LINDA!!HEHEH

Volteiii!!!


bom continuando a contar como eu cheguei a decidir pela cirurgia, apos todos os tratamentos sem sucesso entre remédios, reeducação e tudo mais comecei a estudar minha cirurgia, na primeira vez que fui no meu medico minha filha nathaly tinha 4 messes e meu medico disse que teria de parar de amamentar pra fazer a cirurgia, ai quando ela ja tinha 1 ano e 3 messes decide começar meus exames quando estava com  quase tudo pronto ganhei um programa chamado desafiando a balança no jornal do almoço de florianopolis, com esse programa pude aprender muitas coisass tive uma equipe ótima entre medicos, psicologo, nutricionista e personal, aprendi como me alimentar saudavelmente, tambem que nao podia forçar muito meu corpo no exercicio pois estava bem acima do peso e poderia lesionar meu joelho por exemplo. em 3 messes emagreci 12 kilos foi muito bom o problema foi manter esse peso, foi ai que decidi de uma vez por todas fazer a tão sonhada cirurgia do estomago!

por hoje é so!